terça-feira, 28 de abril de 2015

Quedas de Kalandula Maravilhas de Angola

As Quedas de Kalandula, uma das Sete Maravilhas de Angola, foi visitada Sexta-Feira pelos munícipes e turistas em Malanje.
Os munícipes e turistas
do nosso País e de modo particular os da província de Malanje estão satisfeitos com a bela paisagem que vale apenas apreciar.
Desfrutar delas, é admirar a beleza que nelas existem’’.
Jurema contreiras, turista, vive em Moçambique. Disse:
’’Que maravilha! Apreciando as Quedas de Kalandula me sinto em casa fora de casa. É bom ver tanta beleza e admirá-la’’.
Francisco Dulo, natural da província de Malanje, morador do município Kalandula, disse:
’’Estou feliz pela beleza natural que existe na minha província e fico alegre e admirado em ver tanta beleza num só lugar’’. ’’Estamos todos convidados, angolanos e não só, para contemplar uma das maravilhas que existe  em Angola. Só Deus para fazer esta maravilha’’. Acrescentou.
Segundo Rúben Carvalete geólogo português, ’’Estão de parabéns todos os angolanos, pela escolha que fizeram, colocando as Quedas de Kalandula como uma das Sete Maravilhas de Angola’’.
Simulação de Notícia
Fonte de imagem: Agostinho Dulo
Raquel dos Santos

terça-feira, 21 de abril de 2015

Empregada mata criança

A empregada matou uma criança ontem em Luanda.

Tudo ocorreu na manhã de Segunda-Feira, no Bairro Operário, Rua de Loulé. Quando os pais da pequena Djainara dos Anjos de 4 anos de idade , foram trabalhar e deixaram-na com a empregada de casa e babá da menina.

Djainara  não queria comer e a empregada insistentemente obrigava a pequena a comer, de tão cheia que estava a menina começou a vomitar tudo que havia comido.

A empregada irritada começou a bater na criança, dando-lhe chapadas na cara, bicos do rabo e estendendo a menina no tapete da sala subiu na criança de maneira que ela sentisse o seu peso. Sem ter feito digestão com tanta surra a pequena não aguentou e acabou por morrer.

Os pais de Djainara afirmaram ‘‘nós deixamos bem a nossa filha’’, mas achavamos estranho pela idade que ela tinha sempre que saiamos nossa filha chorava muito.  E nós não desconfiavamos de nada. Acrescentou o casal.

Maria Gaspar moradora daquela rua disse ‘‘vi quando a empregada saiu toda atrapalhada procurei saber o que se passava mais ela nada falou, deixando as portas de casa abertas.’’

As autoridades já estão a par de tudo, mas Jorgina Fonseca como é chamada, de 28 anos de idade, até ao momento encontra-se desaparecida.

Género: Reportagem

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Lixo sufoca moradores

Os moradores do Bairro Popular(B.P.) reclamaram do lixo que há três meses os sufoca.

Os residentes do Bairro Popular encontram-se desconfortados com a situação do lixo no chão, de modo particular os que vivem nas proximidades do Mercado Bairro Popular, nas Ruas de Moura e de Heurique. 

Segundo Moisés Borges morador daquele bairro, ‘‘Há já dois anos, que situação como aquela não acontecia.

O morador lamenta a situação e pede a intervenção da administração local. E maior empenho por parte das empresas encarregues de recolher os resíduos sólidos’’.

‘‘Muitas vezes ignoramos o trabalho deles, mas, actualmente sentimos a importância que eles têm’'. Reconheceu.

Por outro lado, Daniela Gonçalves, vendedora do Mercado Bairro Popular pediu aos seus vizinhos naquela localidade a ajudarem para acabar com o lixo na rua e no chão, pois está a invadir as estradas e falta pouco para entrar nas residências e no Mercado.

‘‘Com o lixo se alastrando pelas ruas do Bairro Popular os moradores estão sujeitos à varias doenças, tais como: a cólera, sarna, paludismo, infecção no corpo e outras doenças que podemos apanhar com tanto lixo e ainda mais estando o lixo perto de um mercado e de padarias''. Disse: Artur Octávio, Director de uma Unidade Sanitária, Santa Taís.

Já o Administrador comunal Manuel Luciano disse ‘‘É do nosso conhecimento a situação do lixo e estamos a fazer tudo para solucionar o problema em questão.’’ Mas‘‘ também pedimos a colaboração dos munícipes enquanto o problema está a ser resolvido, para que possam enterrar o lixo e não madarem crianças para deitar o lixo. ’’ Acrescentou.

Género: Notícia

terça-feira, 7 de abril de 2015

Uma vela acesa para o Kénia



 
 Recomeça o teatro sangrento para os africanos, quando não é a febre amarela ou diarréia é o ébola. Desta vez foi mais um episódio de terrorismo. Depois de quase cinco séculos de escravidão, parece que a desgraça não quer romper o seu vínculo com África, são tantas mortes e atrocidades que leva a crer que a felicidade não chegará ao nosso berço.

Os nossos irmãos Kenianos viveram recentemente mais um episódio triste, projectado por um rebelde do mesmo país. Que motivo justificará a morte dessa gente inocente?

Nesse teatro quem mais sofre são aqueles que não têm nenhum poder de decisão e o mais agravante, para além da catástrofe perda humana, perdeu-se estudantes universitários, jovens que de alguma forma contribuiriam no desenvolvimento daquele país.

A ganância, discórdia e a falta de amor ao próximo unem-se no coração dos seres humanos e vida humana perde o seu real valor, numa semana em que os cristãos celebravam a semana Santa, outros tornaram-na em semana  sangrenta.

Até quando o Kénia sofrerá com isso? Até quando os rebeldes espalhados em quase toda África deixarão calar as armas? Certamente que as respostas tardarão a chegar. Que Deus olhe pelas famílias dos 148 estudantes e por toda a África. Já sofremos muito, pois a África merece um desconto.









Gênero: Editorial
 Raquel Lourenço dos Santos